Colaborações Especiais



Indicação do colega Adalgir em 26/11/2011

Foto: Arria Belli / Wikimedia
Cientistas creem estar perto de descobrir por que uma pessoa que sofre de amnésia e perde a memória de quase tudo na sua vida consegue ainda reter conhecimentos musicais.
A resposta pode estar no fato de que as memórias musicais são armazenadas em partes diferentes do cérebro que a de outras memórias.
Quando o maestro britânico Clive Wearing contraiu uma infecção no cérebro em 1985 – uma encefalite por herpes – ficou com uma capacidade de recordar apenas os eventos ocorridos 10 segundos antes. A infecção danificou uma parte do seu cérebro conhecida como lobo temporal médio.
Embora apresentasse um dos casos mais graves de amnésia conhecido pelos cientistas, a habilidade musical do condutor permaneceu intacta. Hoje com 73 anos, Wearing consegue ler partitura e tocar música no piano, e chegou inclusive a reger seu antigo coral.
Em um congresso da Sociedade para a Neurociência realizado neste mês em Washington, um grupo de cientistas alemães descreveu o caso de um violoncelista profissional – identificado apenas como PM – que contraiu encefalite por herpes em 2005.
Incapaz de recordar as coisas mais simples – como a imagem de sua própria casa –, PM manteve intacta a sua memória musical.
Clive regendo orquestra sete meses antes da amnésia (Foto: Arquivo de família)
Anatomia do cérebro
Segundo o médico que estudou o paciente, Carsten Finke, do Hospital Universitário de Charite, em Berlim, o lobo temporal médio do cérebro, severamente afetado em casos de encefalite por herpes, é "altamente relevante" para a memória de eventos e como, onde e quando eles ocorrem.
"Mas estes casos sugerem que a memória musical pode ser armazenada de forma independente do lobo temporal médio", afirma o dr. Finke.
A equipe de cientistas alemães também estudou o caso de um paciente canadense nos anos 1990 que perdeu toda a sua memória musical após uma cirurgia que danificou especificamente uma parte do cérebro chamada de giro temporal superior.
O caso levou a equipe a sugerir que as estruturas do cérebro usadas para armazenar memória musical "devem ser o giro temporal superior ou os lobos frontais".
Entretanto, o médico acredita que são necessárias novas pesquisas para confirmar a hipótese.
"O que é realmente novo nesses casos é que mesmo em casos de amnésia densa e grave ainda existem ilhas de memória intactas, a memória musical", afirmou.
"Esta memória pode ser usada como um ponto de acesso a esses pacientes. Podemos pensar, por exemplo, em relacionar música a atividades específicas, como tomar medicação, ou submetê-los a musicoterapia para recuperar qualidade de vida."

Velhos hábitos
A neuropsicóloga Clare Ramsden ressalta que a memória musical é diferente dos outros tipos de memória. "Não é apenas conhecimento, é algo que você faz", define.
A sua entidade, Brain Injures Rehabilitation, voltada para a reabilitação cerebral, estudou os casos de três músicos, incluindo Clive Wearing. As conclusões mostram que as atividades musicais envolvem diferentes partes do cérebro.
"Nossa pesquisa está começando a mostrar que as pessoas com dano nos lobos frontais têm suas habilidades musicais afetadas de forma diferente de pessoas como Clive, cujos lobos temporais médios foram danificados", disse Ramsden.
"Clive ainda consegue ler partituras e tocar música. As pessoas com danos nos lobos frontais podem ter dificuldades de ler uma partitura e tocar uma música pela primeira vez, mas são boas em músicas que elas já sabem."
Para o professor Alan Baddeley, autor de estudos sobre Wearing pela Universidade de York, todos os casos "mostram que a memória não é unitária" e que "há mais de um tipo de memória".
"A amnésia não destroi hábitos, mas os pacientes perdem a capacidade de adquirir e reter informação sobre novos eventos."
Clive não lembra de eventos como o seu casamento com Deborah (Foto: Arquivo de família)

Handel
A esposa de Clive, Deborah, é autora de um livro, Forever Today ("Para sempre hoje", em tradução livre), que relata como a vida do casal mudou desde a amnésia do marido.
"Mesmo tendo um piano no quarto há 26 anos, ele não sabe disso até que o instrumento seja mostrado para ele", contou Deborah à BBC.
Entretanto, diz, "se você der para ele uma música nova, a visão dele percebe a partitura e ele toca a música no piano, mas sem aprendê-la".
"Clive não sabe que tocava piano, nem que ainda sabe como tocar."
A esposa diz que, mesmo sem saber, o ex-maestro melhora sua apresentação cada vez que toca uma determinada música, e que ele ainda é capaz de tocar, instintivamente, canções que sabia de cor no passado.
"Ele aprendeu Messias de Handel quando era criança e ainda sabe cantá-la."
Deborah diz que a música "é o único lugar onde podemos estar juntos, porque enquanto a música está tocando ele é completamente si mesmo".
"Quando a música para, ele volta a cair do abismo. Não sabe nada sobre sua vida. Não sabe nada do que aconteceu com ele em toda sua vida."

Indicação da colega Leni em 07/10/2011
Passe Virtual    (Instituto André Luiz)
Depois que inicia o passe não é pra clicar em nada, nem sair da página até que ele diga que o passe foi finalizado, ok?
As páginas vão sendo trocadas automaticamente.
É muito bom!
Vale a pena conferir!  Clique no link abaixo.
No lado esquerdo tem escrito "passe virtual". É só clicar e acompanhar sem interrupção.

Indicação do colega Rubens em 04/10/2011


Oração para Perdoar

Quando não se alcança o almejado apesar de orar fervorosame...nte, às vezes há uma causa mental oculta: não se perdoou a alguma pessoa. Quando odiamos alguém, esse ódio se infiltra em nosso subconsciente e, mesmo que o esqueçamos no consciente, ele continua latente. Tendo ódio no subconsciente, a oração torna-se inútil, ainda que seja fervorosa. Portanto, é necessário, antes de orar por algo, fazer oração de perdão. Quem perdoa é perdoado. Para isso, há as seguintes orações:


Eu o(a) perdoei e você me perdoou
eu e você somo um só perante Deus.
Eu o(a) amo e você me ama também;
eu e você somos um só perante Deus.
Eu lhe agradeço e você me agradece.
Obrigado, obrigado, obrigado...
Não existe mais nenhum ressentimento entre nós.
Oro sinceramente pela sua felicidade.
Seja cada vez mais feliz...
* * *
Deus o(a) perdoa,
portanto eu também o(a) perdôo.
* * *
Já perdoei a todas as pessoas
e acolho a todas elas com o Amor de Deus.
Da mesma forma, Deus me perdoa os erros
e me acolhe com Seu imenso amor.

* * *
O Amor, a Paz e a Harmonia de Deus
envolvem a mim e o outro.
Eu o amo e ele me ama.
Eu o compreendo e ele me compreende.
Entre nós não há mal-entendido algum.
Quem ama não odeia,
não vê defeito, não guarda rancor.
Amar é compreender o outro e não
exigir o impossível.
* * *
Deus o(a) perdoa.
Portanto, também o(a) perdôo.
Através da divindade da Seicho-No-Ie,
perdôo e envio-lhe ondas de amor.
Eu amo você.

[(em outras palavras..."Sinto muito, Te perdoo, Te amo, Sou grata")...]


Do livro: Minhas Orações - Masaharu Taniguchi


Indicação do colega Rubens em 03/10/2011
Sinais de Alerta...
Há dez sinais vermelhos, no caminho da experiência, indicando queda provável na obsessão:

1º) Quando entramos na faixa da impaciência;

2º) Quando acreditamos que a nossa dor é a maior;

3º) Quando passamos a ver ingratidão nos amigos;

4º) Quando imaginamos maldade nas atitudes dos companheiros;

5º) Quando comentamos o lado menos feliz dessa ou daquela pessoa;

6º) Quando reclamamos apreço e reconhecimento;

7º) Quando supomos que o nosso trabalho está sendo excessivo;

8º) Quando passamos o dia a exigir esforço, sem prestar o mais leve serviço;

9º) Quando pretendemos fugir de nós mesmos, através da gota de álcool ou da pitada de entorpecente;

10º) quando julgamos que o dever é apenas dos outros.

Toda vez que um desses sinais surgir no trânsito de nossas idéias, a Lei Divina está presente, recomendando-nos a prudência de parar no socorro da prece ou na luz do discernimento.

Pelo espírito de Scheilla, do livro "Ideal Espírita", psicografia de Chico Xavier.

Indicação do colega Rubens em 03/10/2011IGREJA CATÓLICA JÁ RECONHECE COMUNICAÇÃO COM OS ESPÍRITOS

Recentemente foi lançado no mercado cultural um livro mediúnico trazendo as reflexões de um padre depois da morte, atribuído,
justamente, ao Espírito Dom Helder Câmara, bispo católico, arcebispo
emérito de Olinda e Recife, desencarnado no dia 28 de agosto de 1999,
em Recife (PE).
O livro psicografado pelo médium Carlos Pereira, da Sociedade Espírita
Ermance Dufaux, de Belo Horizonte, causou muita surpresa no meio
espírita e grande polêmica entre os católicos. O que causou mais
espanto entre todos foi a participação de Marcelo Barros, monge
beneditino e teólogo, que durante nove anos foi secretário de Dom
Helder Câmara, para a relação ecumênica com as igrejas cristãs e as
outras religiões.

Marcelo Barros secretariou Dom Helder Câmara no período de 1966 a 1975 e tem 30 livros publicados. Ao prefaciar o livro Novas Utopias, do
espírito Dom Helder, reconhecendo a autenticidade do comunicante, pela originalidade de suas idéias e, também, pela linguagem, é como se a Igreja Católica viesse a público reconhecer o erro no qual incorreu
muitas vezes, ao negar a veracidade do fenômeno da comunicação  entre vivos e mortos, e desse ao livro de Carlos Pereira, toda a fé
necessária como o Imprimátur do Vaticano. É importante destacar,
ainda, que os direitos autorais do livro foram divididos em partes
iguais, na doação feita pelo médium, à Sociedade Espírita Ermance
Dufaux e ao Instituto Dom Helder Câmara, de Recife, o que, aliás, foi
aceito pela instituição católica, sem qualquer constrangimento.

No prefácio do livro aparece também o aval do filósofo e teólogo
Inácio Strieder e a opinião favorável da historiadora e pesquisadora
Jordana Gonçalves Leão, ambos ligados à Igreja Católica. Conforme eles mesmos disseram, essa obra talvez não seja uma produção direcionada aos espíritas, que já convivem com o fenômeno da comunicação, desde a codificação do Espiritismo; mas, para uma grandiosa parcela da população dentro da militância católica, que é chamada a conhecer a verdade espiritual, porque "os tempos são chegados", estes ensinamentos pertencem à natureza e, conseqüentemente, a todos os filhos de Deus.

A verdade espiritual não é propriedade dos espíritas ou de outros que
professam estes ensinamentos e, talvez, porque, tenha chegado o
momento da Igreja Católica admitir, publicamente, a existência
espiritual, a vida depois da morte e a comunicação entre os dois
mundos.

Na entrevista com Dom Helder Câmara, realizada pelos editores, o
Espírito comunicante respondeu as seguintes perguntas sobre a vida
espiritual:

Dom Helder, mesmo na vida espiritual, o senhor se sente um padre?
Não poderia deixar de me sentir padre, porque minha alma, mesmo antes de voltar, já se sentia padre. Ao deixar a existência no corpo físico, continuo como padre porque penso e ajo como padre. Minha convicção à Igreja Católica permanece a mesma, ampliada, é claro, com os ensinamentos que aqui recebo, mas continuo firme junto aos meus irmãos de Clero a contribuir, naquilo que me seja possível, para o bem da humanidade.

Do outro lado da vida o senhor tem alguma facilidade a mais para
realizar seu trabalho e exprimir seu pensamento, ou ainda encontra
muitas barreiras com o preconceito religioso?

Encontramos muitas barreiras. As pessoas que estão do lado de cá
reproduzem o que existe na Terra. Os mesmos agrupamentos que se formam aqui se reproduzem na Terra. Nós temos as mesmas dificuldades de relacionamento, porque os pensamentos continuam firmados, cristalizados em crenças em determinados pontos que não levam a nada.
Resistem à idéia de evolução dos conceitos. Mas, a grande diferença é
que por estarmos com a vestimenta do espírito, tendo uma consciência
mais ampliada das coisas podemos dirigir os nossos pensamentos de
outra maneira e assim influenciar aqueles que estão na Terra e que
vibram na mesma sintonia.


Como o senhor está auxiliando nossa sociedade na condição de desencarnado?
Do mesmo jeito. Nós temos as mesmas preocupações com aqueles que
passam fome, que estão nos hospitais, que são injustiçados pelo
sistema que subtrai liberdades, enriquece a poucos e colocam na
pobreza e na miséria muitos; todos aqueles desvalidos pela sorte. Nós
juntamos a todos que pensam semelhantemente a nós, em tarefas
enobrecedoras, tentando colaborar para o melhoramento da humanidade.


Como é sua rotina de trabalho?
A minha rotina de trabalho é, mais ou menos, a mesma... Levanto-me,
porque aqui também se descansa um pouco, e vamos desenvolver
atividades para as quais nos colocamos à disposição. Há grupos que
trabalham e que são organizados para o meio católico, para aqueles que precisam de alguma colaboração. Dividimo-nos em grupos e me enquadro em algumas atividades que faço com muito prazer.


Qual foi a sua maior tristeza depois de desencarnado? E qual foi a sua maior alegria?
Eu já tinha a convicção de que estaria no seio do Senhor e que não
deixaria de existir. 
Poder reencontrar os amigos, os parentes, aqueles aos quais devotamos o máximo de nosso apreço e consideração e continuar a trabalhar, é uma grande alegria. A alegria do trabalho para o Nosso Senhor Jesus Cristo.

O senhor, depois de desencarnado, tem estado com freqüência nos
Centros Espíritas?

Não. Os lugares mais comuns que visito no plano físico são os
hospitais; as casas de saúde; são lugares onde o sofrimento humano se
faz presente. Naturalmente vou à igreja, a conventos, a seminários,
reencontro com amigos, principalmente em sonhos, mas minha permanência mais freqüente não é na casa espírita.

O senhor já era reencarnacionista antes de morrer?
Nunca fui reencarnacionista, diga-se de passagem. Não tenho sobre este ponto um trabalho mais desenvolvido porque esse é um assunto delicado, tanto é que o pontuei bem pouco no livro. O que posso dizer é que Deus age conforme a sua sabedoria sobre as nossas vidas e que o nosso grande objetivo é buscarmos a felicidade mediante a prática do amor. Se for preciso voltar a ter novas experiências, isso será um processo natural.
Qual é o seu objetivo em escrever mediunicamente?
Mudar, ou pelo menos contribuir para mudar, a visão que as pessoas têm da vida, para que elas percebam que continuamos a existir e que essa nova visão possa mudar profundamente a nossa maneira de viver.
Minha tentativa de adaptação a essa nova forma de escrever foi muito
interessante, porque, de início, não sabia exatamente como me adaptar ao médium para poder escrever. É necessário que haja uma aproximação muito grande entre o pensamento que nós temos com o pensamento do médium. É esse o grande problema de todos nós porque o médium precisa expressar aquilo que estamos intuindo a ele. No início foi difícil, mas aos poucos começamos a criar uma mesma forma de expressão e de pensamento, aí as coisas melhoraram. Outros (médiuns) pelos quais tento me comunicar enfrentam problemas semelhantes. 


Foi uma surpresa saber que poderia se comunicar pela escrita mediúnica?
Não. Porque eu já sabia que muitas pessoas portadoras da mediunidade
faziam isso. Eu apenas não me especializei, não procurei mais
detalhes, deixei isso para depois, quando houvesse tempo e
oportunidade. Imaginamos que haja outros padres que também queiram
escrever mediunicamente, relatarem suas impressões da vida espiritual.


Por que Dom Helder é quem está escrevendo?Porque eu pedi. Via-me com a necessidade de expressar aos meus irmãos da Terra que a vida continua e que não paramos simplesmente quando nos colocam dentro de um caixão e nos dizem "acabou-se". Eu já pensava que continuaria a existir, sabia que IGREJA CATÓLICA JÁ RECONHECE COMUNICAÇÃO COM OS ESPÍRITOS haveria algo depois da vida física. Falei isso muitas vezes. Então, senti a necessidade de me expressar por um médium quando estivesse em condições e me fossem dadas as possibilidades. É isto que eu estou fazendo.
Outros padres, então, querem escrever mediunicamente em nosso País?Sim. E não poucos. São muitos aqueles que querem usar a pena mediúnica para poder expressar a sobrevivência após a vida física. Não o fazem por puro preconceito de serem ridicularizados, de não serem aceitos, e resguardam as suas sensibilidades espirituais para não serem colocados numa situação de desconforto. Muitos padres, cardeais até, sentem a proteção espiritual nas suas reflexões, nas suas prédicas, que acreditam ser o Espírito Santo, que na verdade são os irmãos que têm com eles algum tipo de apreço e colaboram nas suas atividades.
Como o senhor se sentiu em interação com o médium Carlos Pereira?
Muito à vontade, pois havia afinidade, e porque ele se colocou à
disposição para o trabalho. No princípio foi difícil juntar-me a ele
por conta de seus interesses e de seu trabalho. Quando acertamos a
forma de atuar, foi muito fácil, até porque, num outro momento, ele
começou a pesquisar sobre a minha última vida física. Então ficou mais
fácil transmitir-lhe as informações que fizeram o livro.

O senhor acredita que a Igreja Católica irá aceitar suas palavras pela mediunidade?
Não tenho esta pretensão. Sabemos que tudo vai evoluir e que um dia,
inevitavelmente, todos aceitarão a imortalidade com naturalidade, mas
é demais imaginar que um livro possa revolucionar o pensamento da
nossa Igreja. Acho que teremos críticas, veementes até, mas outros
mais sensíveis admitirão as comunicações. Este é o nosso propósito.

É verdade que o senhor já tinha alguns pensamentos espíritas quando na vida física?
Eu não diria espírita; diria espiritualista, pois a nossa Igreja, por
si só, já prega a sobrevivência após a morte. Logo, fazermos contato
com o plano físico depois da morte seria uma conseqüência natural.
Pensamentos espíritas não eram, porque não sou espírita. Sem nenhum
tipo de constrangimento em ter negado alguns pensamentos espíritas,
digo que cheguei a ter, de vez em quando, experiências íntimas
espirituais.

Igreja - Há as mesmas hierarquias no mundo espiritual?
Não exatamente, mas nós reconhecemos os nossos irmãos que tiveram
responsabilidades maiores e que notoriamente tem um grau evolutivo
moral muito grande. Seres do lado de cá se reconhecem rapidamente pela sua hombridade, pela sua lucidez, pela sua moralidade. Não quero dizer que na Terra isto não ocorra, mas do lado de cá da vida isto é tudo mais transparente; nós captamos a realidade com mais intensidade.
Autoridade aqui não se faz somente com um cargo transitório que se
teve na vida terrena, mas, sobretudo, pelo avanço moral.

Qual seu pensamento sobre o papado na atualidade?Muito controverso esse assunto. Estar na cadeira de Pedro,
representando o pensamento maior de Nosso Senhor Jesus Cristo, é uma responsabilidade enorme para qualquer ser humano. Então fica muito fácil, para nós que estamos de fora, atribuirmos para quem está ali sentado, algum tipo de consideração. Não é fácil. Quem está ali tem
inúmeras responsabilidades, não apenas materiais, mas descobri que as espirituais ainda em maior grau. Eu posso ter uma visão ideológica de como poderia ser a organização da Igreja; defendi isso durante minha vida. Mas tenho que admitir, embora acredite nesta visão ideal da Santa Igreja, que as transformações pelas quais devemos passar merecem cuidado, porque não podemos dar sobressaltos na evolução. Queira Deus que o atual Papa Ratzinger (Bento XVI) possa ter a lucidez necessária para poder conduzir a Igreja ao destino que ela merece.

O senhor teria alguma sugestão a fazer para que a Igreja cumpra seu papel?
Não preciso dizer mais nada. O que disse em vida física, reforço.
Quero apenas dizer que quando estamos do lado de cá da vida, possuímos uma visão mais ampliada das coisas. Determinados posicionamentos que tomamos, podem não estar em seu melhor momento de implantação, principalmente por uma conjuntura de fatores que daqui percebemos.
Isto não quer dizer que não devamos ter como referência os nossos
principais ideais e, sempre que possível, colocá-los em prática.

Espíritas no futuro?Não tenho a menor dúvida. Não pertencem estes ensinamentos a nossa
Igreja, ou de outros que professam estes ensinamentos espirituais.
Portanto, mais cedo ou mais tarde, a nossa Igreja terá que admitir a
existência espiritual, a vida depois da morte, a comunicação entre os
dois mundos e todos os outros princípios que naturalmente decorrem da
vida espiritual.IGREJA CATÓLICA JÁ RECONHECE COMUNICAÇÃO COM OS ESPÍRITOS.

Quais são os nomes mais conhecidos da Igreja que estão cooperando com o  progresso do Brasil no mundo espiritual?Enumerá-los seria uma injustiça, pois há base em todas as localidades.
Então, dizer um nome ou outro seria uma referência pontual porque há
muitos, que são poucos conhecidos, mas que desenvolvem do lado de cá
da vida um trabalho fenomenal e nós nos engajamos nestas iniciativas
de amor ao próximo.

Amor - Que mensagem o senhor daria especificamente aos católicos
agora, depois da morte?

Que amem, amem muito, porque somente através do amor vai ser possível trazer um pouco mais de tranqüilidade à alma. Se nós não tentarmos amar do fundo dos nossos corações, tudo se transformará numa angústia profunda. O amor, conforme nos ensinou o Nosso Senhor Jesus Cristo, é a grande mola salvadora da humanidade.
Que mensagem o senhor deixaria para nós, espíritas?Que amem também, porque não há divisão entre espíritas e católicos ou qualquer outra crença no seio do Senhor. Não há. Essa divisão é feita
por nós, não pelo Criador. São aceitáveis porque demonstram diferenças de pontos de vista, no entanto, a convergência é única, aqui
simbolizada pela prática do amor, pois devemos unir os nossos
esforços.

Que mensagem o senhor deixaria para os religiosos de uma maneira geral?
Que amem. Não há outra mensagem senão a mensagem do amor. Ela é 
a única e principal mensagem que se pode deixar.


Autor: Dom Helder Câmara (espírito)
Médium: Carlos Pereira
Editora: ufaux
Site: www.editoradufaux.com.br 

"Sê tu, aquele que ama e nada exige."
Joanna de Ângelis.

Indicação da colega Darlene em 03/10/2011
"A Visão Espírita da Sexualidade", com Dr. André Luiz Seabra from Virgilio Knupp on Vimeo.
Indicação do expositor Gregório em 29/09/2011Ser Espírita


Indicação do colega Adalgir em 29/09/2011



Sam Parnia

O Dr. Sam Parnia é um dos maiores especialistas mundiais em estudos  científicos sobre a morte, o estado da mente humana e experiências de quase-morte. Divide a sua actividade académica entre as pesquisas nos hospitais do reino Unido e a Cornell University, em Nova Iorque. Fundou o Consciousness Research Group, na Universidade de Southampton.
Lidera um estudo académico verdadeiramente inovador, em colaboração com vários centros médicos em todo o mundo, cuja finalidade é descobrir cientificamente o que acontece quando morremos.




The Trigger of Seizure
Lisa's near-death experience
Scientists researching the brain have examined the experiences of people suffering from Temporal Lobe Epilepsy. Apparently the increased electrical activity in the brain resulting from seizure activity (abnormal electrical activity in the brain), makes sufferers more susceptible to having near-death experiences. This gives cause for researchers to examine the temporal area of the brain, the portion of the brain that researchers refer to as the God Spot.
The following near-death experience happened three years ago to a woman named Lisa and was triggered by seizure. After months of depression and physical pain from systemic lupus, one day she took too many painkillers. Her twin sister found her in the morning in a seizure, half-flopped off of her bed. By the time she called 911, she had fallen on the floor and was in a full convulsive state, curling up her hands in a fetal position. Here is what she experienced in her own words:

There was no tunnel or light. I awoke standing upright in the back of what looked like a large auditorium-type place, without the chairs. The wall were gold and had jewels embedded in them. I was far in the back at first and couldn't figure out where I was. There were horns playing loud classical-type music and it was a very formal-type ceremony. There were dancers with beautifully colored flags dancing in a supernatural sort of way. I felt my presence coming in closer, but I didn't feel legs moving underneath me.

There was a long, wide aisle with 10-15 men seated on each side of the aisle. They were across the aisle from each other, facing each other. They had on robes and gold crowns, like they were kings or judges. The seats were tall, gold chairs and at the end of the aisle was an empty chair. My presence came in very close and then to the left side came a man in a long, white, toga-type robe. He had short brown hair and on his head was a wreath of holly leaves woven together with baby's breath. He smiled and approached me with his right hand extended.
He took my hand gently and said, "Hi, Lisa. I'm Peter, welcome to the festival."
With that, he opened a large door and I entered a large place that was mostly white space. There were large white cloth-covered tables with beautiful, succulent fruit and a large fountain of red wine. There were just a few people there, and they were dressed in normal clothing of today.

Just then I flashed into a complete space of whiteness, but it was not disconcerting like a haze of fog would be. I was seated on the right leg of a very large, strong presence with huge, loving arms around me.
A man's low voice said in my right ear, "Lisa, they're working on your body, you have to hurry. Do you want to go back? Your son needs you."
I remember feeling confused like I was not aware of what I had left behind.
I didn't say anything and then the voice said louder, directly in my ear, "Lisa, you have to hurry, they're working on your body. Do you want to go back?"
And even louder he added, "Ryan needs you."
He put great stress on my son's name. I immediately realized I had left my 9-year-old son behind and then I woke up in the ambulance. They later told me that I said, "I wanted to be in paradise with Jesus".

That's my experience. I'd love to hear your comments. I've not read anything like this before. It was like a movie, almost sounds cliche, I know.
Dr. Sam Parnia's Research
A British scientist Sam Parnia, studying heart attack patients says he is finding evidence that suggests that consciousness may continue after the brain has stopped functioning and a patient is clinically dead. The research, presented to scientists last week at the California Institute of Technology, resurrects the debate over whether there is life after death and whether there is such a thing as the human soul.
Since the initial experiment, Parnia and his colleagues have found more than 3,500 people with lucid memories that apparently occurred at times they were thought to be clinically dead. Many of the patients, he said, were reluctant to share their experiences fearing they would be thought crazy.

One patient was 2 years old when he had a seizure and his heart stopped. His parents contacted Parnia after the boy drew a picture of himself as if out of his body looking down at himself.

It was drawn like there was a balloon stuck to him. When they asked what the balloon was he said:
"When you die you see a bright light and you are connected to a cord."
He wasn't even 3 when had the experience.

What his parents noticed was that after he had been discharged from hospital, six months after the incident, he kept drawing the same scene.
The brain function these patients were found to have while unconscious is commonly believed to be incapable of sustaining lucid thought processes or allowing lasting memories to form, Parnia said - pointing to the fact that nobody fully grasps how the brain generates thoughts.
"Real science can be far stranger than science fiction and much more satisfying." 
Stephen Hawking

Grande site de pesquisas paranormais em vida pós morte: